terça-feira, 21 de julho de 2009

O QUE VEM POR AÍ!!

DOCE OUTONO...



Roberta Uhller e Celso Melez


Didio Perini e Fernando Soffiatti


Mariana Blanski e Flávia Tápias
ESTRÉIA 4 DE AGOSTO.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

AUTO RETRATO NO INFERNO

Lembro-me da primeira e única vez que eu vi esse quadro ao vivo e a cores. Foi na bienal de 1996. Fitei-o por muito tempo. Quanto mais eu me aproximava, mais ele me provocava. Um olhar de uma pintura de Munch é o olhar que um ator deve ter em cena. Sempre...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

((Dr. House tem uma rixa com outro médico desde os tempos de faculdade, ou seja, mais de vinte anos atrás. Quando descobre que esse médico inventou uma pílula para enxaqueca, House resolve experimentar a droga para comprovar que ela não serve pra nada. House se vinga e o médico fica desmoralizado e perde o patrocínio para fabricar o remédio))

Cuddy – Você fez tudo isso porque estava colando num teste e ele te entregou?

House – Ele é um dedo duro!

Cuddy – Mas foi há vinte anos!

House- O universo sempre empata o jogo.

Cuddy – (pausa) – É mesmo?

House – Não.(pausa) Mas deveria.

domingo, 5 de julho de 2009

"ANTES DE LER O LIVRO QUE O GURU LHE DEU,
VOCÊ TEM QUE ESCREVER O SEU"


RAUL SEIXAS

quinta-feira, 2 de julho de 2009


Tenho envelhecido. Truques não me agradam mais. Tenho procurado lugares calmos. Não tenho nenhuma vocação para lugares tumultuados, com pessoas sorrindo por desespero. Exibindo uma falsa felicidade. Prefiro tomar uma cachaça e observar o mundo. Na minha.

A noite é fulminante de qualquer maneira.

domingo, 28 de junho de 2009

"ANTES DE SAIR PARA ARRUMAR O MUNDO, DÊ UMA VOLTA NO SEU QUARTO"
((Provérbio japonês))


quinta-feira, 25 de junho de 2009

ELE ERA O CARA!


O cara que parecia ser eterno se foi.

Eterno porque era mutável, se adaptava a qualquer geração.

Sua dança imortal vai durar pelos séculos que virão.

Sua música, um "pop" refinado sempre acompanhado pelos melhores músicos (não dá pra esquecer os "rifes" do Slash, por exemplo) vai continuar tocando por aí.

Ele era polêmico, embalsamado em uma porção de lendas.

Difícil de defender, mas impossível não tentar imitá-lo, admirá-lo

A imaginação e a fantasia percorriam as veias não só do artista, mas também do homem.

Sofreu sim, muito, tenho certeza. O dinheiro fez jus ao ditado e não lhe trouxe tanta felicidade.

Foi solitário e dançava para milhões e milhões...

E nunca o deixaram quieto, sossegado no seu canto. Era o preço por ser tão mágico.

Será que agora finalmente vão deixá-lo em paz? Acho que não...




E hoje também se foi a bela Farrah Fawcet...

segunda-feira, 22 de junho de 2009


Tenho passado os últimos dias escolhendo a trilha da nossa próxima peça. É um trabalho minucioso. Não é fácil colocar uma trilha num espetáculo. Em primeiro lugar não pode ser apelativa, porque senão transforma a cena num pastelão digno de novela. Em segundo lugar não pode ser óbvia. Não gosto de usar músicas que ficaram marcadas em algum filme numa peça de teatro. É um plágio grosseiro muitas vezes. Já, já fiz sim, Já usei certas músicas que pensando bem, não utilizaria novamente...hoje aprendi. Ano passado usei uma faixa do filme “Barry Lyndon” na peça “Otimismo”, mas era intencional, eu estava replicando a cena do filme.
Existem diretores tão bons, tão precisos, mas que na hora de escolher a trilha, caem em filmes como “Réquiem para um sonho”; “Pulp Fiction”; “O bebê de Rosemary”; como se o público não fosse reconhecer as músicas. Mas cuidado, porque quem se interessa reconhece, e automaticamente relembra o filme e compara com o que está vendo, e o sentido provavelmente não vai ser o mesmo, então o tiro sai pela culatra.
Com muita dor no coração, acabei de cortar uma faixa que iria rolar no espetáculo. Um dia ainda faço uma trilha só com músicas que não entraram nos meus espetáculos. Isso é uma outra característica da boa trilha, saber se desapegar de uma música que você adoraria colocar de alguma maneira, mas que não se encaixa. Simplesmente não se encaixa. Não é o seu particular gosto musical que tem que ser inserido num espetáculo, mas algo que corresponda a imagem, que jogue com a cena. O gosto deve ficar de fora. Se for mau gosto então, aí que tem que ficar de fora mesmo.
Não estou escrevendo aqui com intenção de ensinar ninguém, não me acho o “Ás” da trilha sonora nem nada disso, só estou comentando aqui porque muitas vezes assisto boas peças de teatro que pecam por não cuidarem da trilha sonora com sensibilidade. Acontece também das pessoas assistirem nossas peças e se apegarem a trilha, e perguntarem que banda ou que músico é, e eu acho isso do caralho...demonstra o quanto elas se importam e o quanto a música mexe com as pessoas, e que por essa razão ela deve estar amarrada a proposta encenada, não pode servir apenas para enfeitar o bolo. Ela tem que ter sentido. Na novela não. Num filme do Steven Segal, provavelmente também não. Mas no teatro, com certeza.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

EM BREVE!




"DOCE OUTONO"


TEXTO E DIREÇÃO: RALPH MAIZZA

COM: CELSO MELEZ; MARIANA BLANSKI; DIDIO PERINI

FLÁVIA TÁPIAS; FERNANDO SOFFIATTI E ROBERTA UHLLER



EM AGOSTO...

sábado, 13 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Infelizmente!

David Carradine
(1936 - 2009)

domingo, 31 de maio de 2009

(((Indicação))) - "O ovo da serpente"- 1977


Um filme que nos leva a uma reflexão muito mais drástica do que aquela que crescemos ouvindo sobre Hitler e anti- semitismo.
Mais uma obra brilhante de Bergman, estrelado pela talentosíssima Liv Ullmann e por David Carradine, sim aquele mesmo, o "Bill" de "Kill Bill" do Tarantino...imperdível!


Sinopse: Na Berlim de 1923 arrasada pela Primeira Guerra Mundial, um desempregado consegue refúgio em um apartamento de um cientista, que também lhe oferece um emprego. Porém, aos poucos ele descobrirá uma terrível verdade naquele lugar, e que tudo isso tem a ver com o suicídio de seu irmão.

Nesse ambiente de liberdade pós guerra, faltava ainda muito para surgir o nazismo, mas já se entreviam os traços do monstro em gestação.






Liv Ullmann e Ingmar Bergman
"O Ovo da serpente"
de Ingmar Bergman
com: Liv Ullmann e David Carradine
ano: 1977
recentemente lançado em dvd

segunda-feira, 25 de maio de 2009

" Passamos a vida matando o tempo,
mas é o tempo que nos enterra!"

Machado de Assis

sexta-feira, 8 de maio de 2009

...e o ECAD tá perseguindo a gente. Engraçado, ligaram o nome da peça (Born to be wild) com a famosa música e acharam que a gente tava fazendo um musical! Se pelo menos a família do Chet Baker recebesse os R$14,00 de direitos autorais, eu ficaria feliz, mas certamente só serve para o funcionário do Ecad tomar um ônibus, comer uma empadinha e tomar uma coca...mas é como diz o velho ditado: de grão em grão, ou de borderô em borderô, ou de peça em peça, a galinha enche o papo!
Jogar com a bola dos outros é foda!






















Tomei a liberdade de pegar esse texto do blog do Jarbas:


CPI dos direitos autorais ouve denúncias contra Ecad
Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - 18 de Fevereiro de 2009


A CPI que investiga possíveis irregularidades praticadas pelo Ecad " Escritório Central de Arrecadação e Distribuição " ouviu nesta quarta-feira, 18/2, autores e pessoas envolvidas com direitos autorais, que fizeram denúncias sobre a "quadrilha que impera no Ecad há 50 anos", segundo palavras de Waldemar de Jesus Almeida, presidente do Sindciesp " Sindicato dos Compositores e Intérpretes " e autor de centenas de músicas, mas que não recebeu nada do Ecad no ano passado, apesar de ter vários sucessos entre suas criações. Almeida, que usa o nome artístico de Carlos Mendes, referendou as acusações do depoente anterior, Mário Henrique de Oliveira, presidente da Atida, que acusou o Ecad de arrecadar, mas não pagar. Segundo Mário, o Ecad cobra (ou negocia a cobrança) sem nenhum critério, sem planilha que apóie a cobrança e sem controle do que será distribuído para os autores. "Direito autoral no Brasil é uma bagunça" e as CPIs anteriores não deram em nada por causa do poder de persuação do Ecad que, segundo Mário, age nos bastidores.
"Em novembro de 1995, foram concluídas as investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito que ficou conhecida como a CPI do ECAD. Foram encaminhadas à Polícia Federal e aos Ministérios Públicos federal e estaduais cópias do relatório final onde existem veementes indícios de ilícitos penais como: Falsidade Ideológica, Sonegação Fiscal, Apropriação Indébita, Enriquecimento Ilícito, Formação de Quadrilha, Formação de Cartel e Abuso do Poder Econômico, entre outros, com indigitamento dos seus autores e farta documentação.Passados quase dez anos, a sociedade brasileira ainda não foi totalmente informada das providências tomadas. A situação dos autores e usuários do Direito Autoral continua praticamente a mesma. Estes, os usuários, pagam preços exorbitantes, sem qualquer critério racional; aqueles, os autores, recebem importâncias ridículas, sem qualquer possibilidade de fiscalização e aferição dos valores que lhes são devidos. Na época, aproveitando o descontentamento generalizado, deputados de diversos partidos faturaram alto prestígio político entre os autores e as entidades que utilizam as obras musicais. Em suas palestras pelo interior do país, costumavam afirmar que a CPI do ECAD cumpriu bem seu papel, mas que a Polícia Federal e o Ministério Público pouco fizeram para solucionar os problemas apontados.”