sábado, 29 de agosto de 2009



QUANTO MAIS APANHAMOS, MAIS OUSADAS SÃO AS NOSSAS PRÓXIMAS JOGADAS! POR QUE?


QUANTO MAIS A VONTADE DE DESISTIR, MAIS REUNIÕES, DISCUSSÕES E PROJETOS SÃO MARCADOS PARA A SEMANA SEGUINTE. INSISTÊNCIA, CORAGEM OU ILUSÃO?


NO MEIO DE UM PAÍS ONDE A ARTE É BUROCRÁTICA, ENTREGUE SEU PROJETO, MAS LEMBRE-SE QUE O CONTATO É MAIS DO QUE NECESSÁRIO, A SORTE TEM QUE VIR EM DOSES CAVALARES, E AINDA TEM QUE TER MUITA REZA. REZE! PARA KARL MARX, PRO UNIVERSO OU ATÉ MESMO DEUS. E TORÇA PARA QUE O "ALTO CLERO" AO MENOS LEIA O ARGUMENTO QUE VOCÊ LEVOU MESES PARA PLANEJAR!


E LEVE SEMPRE A TIRA COLO: INSISTÊNCIA, CORAGEM E ILUSÃO!


quarta-feira, 19 de agosto de 2009


"Aceita o conselho dos outros,

mas nunca desistas da tua própria opinião"


W. Shakespeare

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


E nessa época, quais eram suas maiores preocupações? Descobrir o mundo e se divertir? Sem se preocupar se seu cabelo está penteado, ou se existem milhões de germes nesse chão gelado. Aliás, você nem ficava doente nessa época com tanta facilidade. Não adoecia pois não conhecia o sentido dessa palavra. Mas alguns anos mais tarde sim, você descobriu que o corpo humano é fraco e exposto a muitos problemas.

A natureza nos adoece.

Mas o pior foi descobrir que os homens adoecem os homens. E que a inveja nos corrói; a ira nos envelhece e nosso temperamento ambicioso nos faz esquecer do outro, e muda os rumos do nosso propósito. Aliás, qual era mesmo seu propósito nessa época? Era se divertir? Pois então continue, sempre e sempre pois se não houver mais diversão, nada mais vai ter graça nenhuma!

sábado, 8 de agosto de 2009

O rei da salsicha de Chicago!







O diretor de cinema e roterirista americano John Hughes, autor e diretor de algumas das comédias mais famosas das décadas de 80 e 90, como "Curtindo a vida adoidado" e "Antes só do que mal acompanhado" morreu nesta quinta-feira, aos 59 anos.



...uma perda para nós, fãs de Ferris Bueller!!!



segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Saiu uma matéria sobre "Doce Outono" no site Aldeia Cultural. Matéria bacana feita pelo Sérgio Marcio.
Pra quem tiver curiosidade:


http://br.aldeacultural.com/


E amanhã nossa estréia...



Angélica - O mundo é nosso!

Valquiria - (risos)

Angélica - Que foi?

Valquiria -Você Tá parecendo o Scarface!




quarta-feira, 29 de julho de 2009


_ Bajuladores, há quanto tempo vocês frequentam o mundo???

Bajulador-
Há uns dez mil anos!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

O QUE VEM POR AÍ!!

DOCE OUTONO...



Roberta Uhller e Celso Melez


Didio Perini e Fernando Soffiatti


Mariana Blanski e Flávia Tápias
ESTRÉIA 4 DE AGOSTO.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

AUTO RETRATO NO INFERNO

Lembro-me da primeira e única vez que eu vi esse quadro ao vivo e a cores. Foi na bienal de 1996. Fitei-o por muito tempo. Quanto mais eu me aproximava, mais ele me provocava. Um olhar de uma pintura de Munch é o olhar que um ator deve ter em cena. Sempre...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

((Dr. House tem uma rixa com outro médico desde os tempos de faculdade, ou seja, mais de vinte anos atrás. Quando descobre que esse médico inventou uma pílula para enxaqueca, House resolve experimentar a droga para comprovar que ela não serve pra nada. House se vinga e o médico fica desmoralizado e perde o patrocínio para fabricar o remédio))

Cuddy – Você fez tudo isso porque estava colando num teste e ele te entregou?

House – Ele é um dedo duro!

Cuddy – Mas foi há vinte anos!

House- O universo sempre empata o jogo.

Cuddy – (pausa) – É mesmo?

House – Não.(pausa) Mas deveria.

domingo, 5 de julho de 2009

"ANTES DE LER O LIVRO QUE O GURU LHE DEU,
VOCÊ TEM QUE ESCREVER O SEU"


RAUL SEIXAS

quinta-feira, 2 de julho de 2009


Tenho envelhecido. Truques não me agradam mais. Tenho procurado lugares calmos. Não tenho nenhuma vocação para lugares tumultuados, com pessoas sorrindo por desespero. Exibindo uma falsa felicidade. Prefiro tomar uma cachaça e observar o mundo. Na minha.

A noite é fulminante de qualquer maneira.

domingo, 28 de junho de 2009

"ANTES DE SAIR PARA ARRUMAR O MUNDO, DÊ UMA VOLTA NO SEU QUARTO"
((Provérbio japonês))


quinta-feira, 25 de junho de 2009

ELE ERA O CARA!


O cara que parecia ser eterno se foi.

Eterno porque era mutável, se adaptava a qualquer geração.

Sua dança imortal vai durar pelos séculos que virão.

Sua música, um "pop" refinado sempre acompanhado pelos melhores músicos (não dá pra esquecer os "rifes" do Slash, por exemplo) vai continuar tocando por aí.

Ele era polêmico, embalsamado em uma porção de lendas.

Difícil de defender, mas impossível não tentar imitá-lo, admirá-lo

A imaginação e a fantasia percorriam as veias não só do artista, mas também do homem.

Sofreu sim, muito, tenho certeza. O dinheiro fez jus ao ditado e não lhe trouxe tanta felicidade.

Foi solitário e dançava para milhões e milhões...

E nunca o deixaram quieto, sossegado no seu canto. Era o preço por ser tão mágico.

Será que agora finalmente vão deixá-lo em paz? Acho que não...




E hoje também se foi a bela Farrah Fawcet...

segunda-feira, 22 de junho de 2009


Tenho passado os últimos dias escolhendo a trilha da nossa próxima peça. É um trabalho minucioso. Não é fácil colocar uma trilha num espetáculo. Em primeiro lugar não pode ser apelativa, porque senão transforma a cena num pastelão digno de novela. Em segundo lugar não pode ser óbvia. Não gosto de usar músicas que ficaram marcadas em algum filme numa peça de teatro. É um plágio grosseiro muitas vezes. Já, já fiz sim, Já usei certas músicas que pensando bem, não utilizaria novamente...hoje aprendi. Ano passado usei uma faixa do filme “Barry Lyndon” na peça “Otimismo”, mas era intencional, eu estava replicando a cena do filme.
Existem diretores tão bons, tão precisos, mas que na hora de escolher a trilha, caem em filmes como “Réquiem para um sonho”; “Pulp Fiction”; “O bebê de Rosemary”; como se o público não fosse reconhecer as músicas. Mas cuidado, porque quem se interessa reconhece, e automaticamente relembra o filme e compara com o que está vendo, e o sentido provavelmente não vai ser o mesmo, então o tiro sai pela culatra.
Com muita dor no coração, acabei de cortar uma faixa que iria rolar no espetáculo. Um dia ainda faço uma trilha só com músicas que não entraram nos meus espetáculos. Isso é uma outra característica da boa trilha, saber se desapegar de uma música que você adoraria colocar de alguma maneira, mas que não se encaixa. Simplesmente não se encaixa. Não é o seu particular gosto musical que tem que ser inserido num espetáculo, mas algo que corresponda a imagem, que jogue com a cena. O gosto deve ficar de fora. Se for mau gosto então, aí que tem que ficar de fora mesmo.
Não estou escrevendo aqui com intenção de ensinar ninguém, não me acho o “Ás” da trilha sonora nem nada disso, só estou comentando aqui porque muitas vezes assisto boas peças de teatro que pecam por não cuidarem da trilha sonora com sensibilidade. Acontece também das pessoas assistirem nossas peças e se apegarem a trilha, e perguntarem que banda ou que músico é, e eu acho isso do caralho...demonstra o quanto elas se importam e o quanto a música mexe com as pessoas, e que por essa razão ela deve estar amarrada a proposta encenada, não pode servir apenas para enfeitar o bolo. Ela tem que ter sentido. Na novela não. Num filme do Steven Segal, provavelmente também não. Mas no teatro, com certeza.